Por que Deus criou o mal?
Na realidade, o bem é a regra no universo, e o mal é a rara exceção. Desfrutamos de saúde na maior parte da vida e só adoecemos por curtos períodos. Desastres naturais, guerras e dores, embora difíceis, são interrupções breves em um mundo cheio de estabilidade, cura e crescimento.
Mesmo o que chamamos de “mal” muitas vezes traz um bem oculto:
A doença fortalece o sistema imunológico.
A dor ensina resistência.
Terremotos aliviam pressões e evitam desastres maiores.
Vulcões enriquecem o solo.
Guerras, embora trágicas, já levaram à cooperação global e grandes invenções.
Até venenos e microrganismos nos dão remédios e vacinas.
O que vemos como “mal” muitas vezes é um meio de crescimento e um teste de caráter. Ele revela quem realmente somos e ajuda a medir nossa sinceridade, paciência e fé. A vida é apenas um capítulo de uma história maior. Não podemos julgar um livro inteiro por uma única página. Não podemos julgar a sabedoria de Allah por aquilo que vemos em um só momento.
Se alguém exige um mundo sem dor, sem morte, sem tristeza, está pedindo perfeição absoluta—e isso pertence somente a Deus.
Paradoxalmente, a existência do mal é, na verdade, uma prova da fé, não um argumento contra ela. Se fôssemos apenas seres materiais, nem reconheceríamos o bem ou o mal. O fato de reconhecermos mostra que viemos de algo mais elevado que a matéria.
Não existe mal sem sentido—apenas provações envoltas em sabedoria e misericórdia divinas.
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